quarta-feira, 26 de agosto de 2009

O Que Deus Requer de Nós? - Esboço de Sermão


“Tornai-vos, pois, praticantes da palavra e não somente ouvintes, enganando-vos a vós mesmos.” – Tg 1. 22

Devemos ser gratos por Deus nos haver chamado para Si, mas, isso é apenas o começo.

Antes de nossa conversão muita coisa estava errada em nossa vida e agora há muita coisa que Ele precisa mudar em nós.

Antes pensávamos em nosso “eu”, agora devemos pensar na Glória de Deus.

A primeira prioridade de um novo crente não deve ser considerações teológicas profundas, e sim, examinar as Escrituras para descobrir o que agrada a Deus e o que O desagrada.

Se você é genuinamente crente a sua preocupação será com esta ordem: “Lavai-vos, purificai-vos, tirai a maldade de vossos atos de diante dos meus olhos; cessai de fazer o mal. Aprendei a fazer o bem; atendei à justiça, repreendei ao opressor; defendei o direito do órfão, pleiteai a causa das viúvas”.(Is 1. 16 e 17).

Tem que haver uma destruição, antes de haver uma edificação. Tem de haver o esvaziamento do “eu”, antes de ocorrer o enchimento do Espírito. Você precisa deixar o amor ao “mal” antes de aprender a amar o bem: “ O amor seja sem hipocrisia. Detestai o mal, apegando-vos ao bem”. (Rm 12. 9).

O grau de envolvimento de um novo crente com a Bíblia determinará o quão abençoado ele será.

Há muitas bênçãos temporais que são perdidas pelos crentes por causa de sua conduta: “Ah! Se tivesses dado ouvidos aos meus mandamentos! Então, seria a tua paz como um rio, e a tua justiça, como as ondas do mar”. (Is 48. 18).

Muitos novos e velhos crentes estão ocupados com muitas “obras”, mas, não se ocupam da santificação e isso obstrui a benção. A ordem primária de Deus para nossas vidas é: “... desenvolvei a vossa salvação com temor e tremor;” (Fp 2. 12).

É preciso que se compreenda que a Palavra e a Doutrina de Deus não são um tônico intelectual e sim uma força transformadora de vidas.

Existe uma condição para que recebamos a benção: “e aquilo que pedimos dele recebemos, porque guardamos os seus mandamentos e fazemos diante dele o que lhe é agradável”. (1Jo 3. 22).

Rev. Juberto Oliveira da Rocha Júnior