terça-feira, 21 de outubro de 2014

9 Coisas Simples Que Ótimos Oradores Sempre Fazem

Confira as dicas de Boris Veldhuijzen van Zanten, fundador do TwitterCounter e The Next Web, sobre o que sempre fazer para suas palestras não serem esquecidas

            1. Reforce quem você é. Ao iniciar sua apresentação, é bom que o público entenda um pouco sobre você e porque você é a melhor pessoa para estar ali. Isso ajudará às pessoas a encararem sua fala com maior naturalidade e aceitação.
            2. Facilite para que todos o encontrem. Geralmente, as apresentações terminam com um slide contendo o contato do apresentador. Porém, esse slide fica no ar por pouco mais de um segundo, antes do projetor ser desligado e o público possa sequer pensar em anotar o e-mail do palestrante. A dica é sempre iniciar e terminar sua apresentação de slides com seus contatos, além de deixar a tela um tempo a mais no ar.
            3. Compartilhe histórias reais. As melhores apresentações são aquelas que não se parecem com apresentações; são histórias contadas por pessoas com experiências maravilhosas. Quando você precisa explicar algo para a audiência, procure traduzir isso em uma história, piada ou anedota. Se aconteceu com você ou é engraçada, melhor ainda!
            4. Entretenha tanto quanto informe. Parte do seu trabalho como falante é entreter a sua audiência.  É o momento de pausa que aquelas pessoas tiraram para prestar atenção em você, e nada mais lógico do que oferecer à elas um pouco de diversão.  Afinal, todos escutarão mais atentamente o que você diz quando se não estiverem entediados.
            5. Controle o tempo. Quando você está falando, também está pegando emprestado o tempo do seu público. Esse tempo foi um investimento que aquelas pessoas fizeram em você,  então faça bom uso disso. Se você tem disponível 30 minutos, use apenas 25 minutos para a sua fala. Assim, a audiência vai sentir que fez um bom investimento e terá algum tempo livre para debater questões com você. Quanto mais perguntas feitas ao final de sua fala, melhor foi sua apresentação.
            6. Providencie algo que a audiência possa levar para casa. É útil fornecer para seus ouvintes uma lição para que eles possam aplicar imediatamente quando chegarem em casa. Inspiração é sempre uma boa opção, mas é muito melhor se você tem algo tangível para oferecer a sua audiência.
            7. Sinta-se livre para repetir. Naturalmente pensamos que todo mundo na plateia está prestando atenção a tudo que é dito.  Mas, na verdade, as pessoas escutam apenas 30% do que você fala e elas estão constantemente traduzindo as informações para suas próprias perspectivas. É por isso que não é ruim repetir a mesma fala algumas vezes se você quer que isso realmente fixe no seu público.
            8. Ajude a audiência a lembrar de pelo menos uma coisa.  É muito fácil sobrecarregar a audiência com informações. Você precisa entender que muita gente não absorve um grande número de informações e que a sua palestra pode ser uma entre tantas outras. Pense: se 10% das pessoas na audiência realmente escutarem o que você falou e conseguirem se lembrar de um ou dois pontos-chave no seu discurso, então você se saiu bem.
            9. Realmente se conecte com seu público. Não importa o tamanho da multidão, o seu objetivo é fazer com que todas as pessoas na audiência sintam que você está falando com elas pessoalmente. Tente fazer contato visual direto com o maior número possível de pessoas, sorria e até acene para alguns dele. Quando você olha para o centro de uma multidão com 50 indivíduos e lentamente escaneia todos os outros, cada um deles vai sentir que você está falando diretamente com ele. É sempre bom lembrar, em todo caso, que você pode estar falando para uma multidão, mas na verdade está conversando com indivíduos únicos.
Resumindo
            Seja pessoal, fale de experiências, sinta-se livre para entreter tanto quanto informar, seja prático, estabeleça uma conexão com a audiência e nunca esqueça que se sua fala for curta, é melhor do que longa demais.
            O seu principal objetivo é contar uma história que irá inspirar a audiência e fará com que eles compartilhem a experiência com outros.


10 Coisas Que Grandes Oradores Nunca Dizem em Palestras

Planejamento é a chave para não criar momentos desconfortáveis e manter a atenção da plateia

            É muito mais fácil perder a atenção de uma audiência em poucos minutos do que ganhá-la. Como os grandes oradores agem, então, para serem realmente ouvidos? Boris Veldhuijzen van Zanten, empreendedor e fundador do Twitter Counter e do The Next Web, compartilhou no site Inc dez frases que nunca devem ser ditas nos primeiros momentos de uma apresentação, se você quer manter a atenção de seus ouvintes.
1. “Estou cansado / de “ressaca”/ confuso pelo fuso-horário”
            Uma em cinco palestras começam com alguma desculpa: “eles só me convidaram ontem” ou “estou cansado da viagem”. A audiência não quer saber disso, mas deseja que você dê o seu melhor. Se você não pode se esforçar para isso, não aceite dar a palestra. Mas se estiver disposto, deixe de lado o cansaço, vá lá e arrase!
2. “Vocês podem me ouvir? Sim, podem!”
            Começar uma palestra dando tapinhas para testar o microfone e perguntar à plateia se está sendo ouvido é comum, mas sempre estranho. Não é responsabilidade do palestrante checar o áudio, há pessoas para fazê-lo (e se não houverem, teste o volume com antecedência). Se você começar a falar e sentir que o microfone não está funcionando, mantenha a calma, e discretamente peça para que o problema seja resolvido. Não é necessário gritar do palco ou parecer desconfortável. Fique calmo e espere a solução, se for o caso.
3. “Não consigo ver vocês porque as luzes estão muito fortes”
            Sim, no palco as luzes são fortes, quentes e é difícil enxergar as pessoas, mas elas não precisam saber disso. Olhe para a audiência (mesmo sem distinguir a plateia) e sorria frequentemente. Se quiser interagir melhor, não tenha medo de descer do palco e se aproximar das pessoas. Ao invés de cobrir os olhos para enxergá-las, converse com o responsáveis pela iluminação, antes da palestra, pra que eles acendam as luzes do local se você quiser fazer perguntas ou contar mãos levantadas e coisas do tipo. Planejamento é a chave para não criar momentos desconfortáveis.
4. “Voltarei a falar disso depois”
            Se a plateia se mostrar interessada e quiser interagir, não se prenda aos slides e à ordem em que você abordará os assuntos. Se alguém levantar a mão e fizer uma pergunta, por exemplo, responda naquele momento, mesmo que você fosse falar do assunto depois. Elogie quem fizer isso e incentive o resto da audiência a fazer o mesmo. Não perca a chance de explorar pessoas dispostas a aprender! Não deixe nada para depois.
5. “Vocês conseguem ler isto?”
            Para não correr o risco de fazer a plateia apertar os olhos, use a regra comum: saiba qual será a média de idade do público a quem você vai se dirigir e dobre este valor para estabelecer o tamanho da fonte dos slides. Por exemplo, se a média será de 40 anos de idade, use uma fonte tamanho 80 pontos. Mesmo que em cada slide caiba pouco conteúdo, será melhor, pois a apresentação ficará mais dinâmica.
6. “Deixe-me ler isso para vocês”
            Nunca, nunca, nunca coloque tanto texto em um slide que as pessoas tenham que gastar tempo lendo aquilo. Esta é a “melhor” maneira de fazer a audiência se dispersar. O raciocínio é simples: se as pessoas tiverem que ler algo, elas vão ter que parar de ouvir o que você está dizendo. Por isso, faça slides curtos, com palavras-chave, as quais você desenvolverá, sem ler. Se quiser levar uma frase à audiência, decore e recite. Se for realmente necessário ter a frase no slide, avise que todos devem ler e dê cerca de 10 segundos de silêncio para este fim. Seja como for, não leia slides!
7. “Desligue seu celular/laptop/tablet”
            Houve um tempo em que você poderia pedir isso da audiência. Não mais. Hoje em dias as pessoas tuítam suas frases e fazem anotações em seus tablets e smartphones. Ou, jogam paciência e navegam pelo Facebook. Você pode pedir que todos os aparelhos sejam colocados no silencioso, mas só isso. Será sua responsabilidade fazer uma apresentação tão incrível e interessante que as pessoas queiram dedicar total atenção a ela. Pedir atenção não funciona, é preciso ganhá-la.
8. “Você não precisa anotar nada ou tirar fotos; a apresentação estará disponível online depois”
            É uma boa opção disponibilizar o material da palestra para os ouvintes, mas não os restrinja. Algumas pessoas gostam de escrever para memorizar o que ouviram ou são inspiradas de tal forma que precisam registrar as ideias que estão tendo através da palestra. Portanto, deixe os ouvintes livres para utilizar os recursos que melhor complementam suas necessidades.
9. “Deixe-me responder essa questão”
            É importante responder perguntas imediatamente, como já dissemos, mas quando alguém faz uma pergunta, muitas vezes as outras pessoas não ouviram. Antes de entrar na resposta, então, repita a pergunta para toda a plateia. Além de manter todos interessados, este hábito dá a você um pouco mais de tempo para desenvolver a resposta.
10. “Serei rápido”
            Esta é uma promessa que ninguém cumpre, mas inicia muitas palestras. É importante lembrar, porém, que a duração da apresentação não é o mais importante para a plateia, afinal eles já investiram aquele tempo, e querem ser inspirados e aprender com o que você tem a dizer. Escolha começar com uma frase mais impactante ao invés de uma promessa que você quebrará.
            Dica bônus: “Meu tempo acabou? Mas eu ainda tenho 23 slides!”
            Se você veio despreparado e precisa de mais tempo do que está disponível, então você fez besteira. É necessário praticar a apresentação e adaptá-la ao tempo que você recebe. Se possível, e melhor ainda, é terminar cinco minutos antes e abrir para perguntas. Conclusão: venha preparado, seja você mesmo e mantenha o profissionalismo. A plateia vai gostar de você por ser claro, objetivo, sério e não desperdiçar seu tempo.


sexta-feira, 17 de outubro de 2014

11-10-2014 - Dia das Crianças no Bairro Sta Maria, em Nova Era - MG



11-10-2014 - Dia das crianças no Sta Maria


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01-10-2014 - Visita da Executiva do PALT na Igreja Presbiteriana de Nova Era - MG

Visita da Comissão Executiva do presbitério das Alterosas à Igreja presbiteriana de Nova Era - MG.



01-10-2014 - Visita da Executiva do PALT na IPNE


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28-09-2014 - Investidura do sr Silverio ao Presbiterato na Igreja presbiteriana de Nova Era - MG



28-09-2014 - Investidura do sr silverio ao presbiterato


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27-09-2014 - Rev Juba Prega na Batista Renovada de Dionísio - MG



27-09-2014 - Rev Juba Prega na Batista Renovada de Dionísio


https://picasaweb.google.com/111396337128621522614/27092014RevJubaPregaNaBatistaRenovadaDeDionisio?authuser=0&feat=directlink

quinta-feira, 2 de outubro de 2014

PRONUNCIAMENTO DAS IGREJAS EVANGÉLICAS HISTÓRICAS SOBRE AS ELEIÇÕES GERAIS DO BRASIL - 2014




PRONUNCIAMENTO DAS IGREJAS EVANGÉLICAS HISTÓRICAS SOBRE AS ELEIÇÕES GERAIS DO BRASIL - 2014


As igrejas evangélicas históricas do Brasil, em virtude da realização das eleições gerais em 5 de outubro (1o turno) e em 26 de outubro (2o turno) e considerando o papel de seus membros no exercício pleno da cidadania, bem como o comprometimento dessas igrejas com o Estado democrático de direito e o seu reconhecimento e apoio às instituições democráticas, expressas nos Poderes constituídos da República, vêm junto a seus membros e à sociedade brasileira em geral fazer o seguinte
PRONUNCIAMENTO:


1. Nenhum sistema ideológico de interpretação da realidade social, inclusive em termos políticos, pode ser aceito como infalível ou final nem é capaz de interpretar os conceitos bíblicos da história e do reino de Deus, no entanto, cremos que Deus, Senhor da história, realiza a Sua vontade de várias maneiras, inclusive por meio da ação política;

2. As eleições são parte do processo de busca permanente de equidade social,  de garantia dos direitos fundamentais à pessoa humana, de vivência ética e comunitária, às quais estimulamos o protagonismo de homens e mulheres cristãos, comprometidos com os valores do Evangelho de Cristo;

3. A democracia é um valor universal, bem como o governo representativo dela decorrente e a sociedade democrática pressupõe pluralidade de ideias e a livre expressão do pensamento político, alternância do poder, em forma republicana de participação popular;

4. Os chamados mensalões, julgados e ainda não julgados pelo STF, expuseram, na esfera partidária, a dualidade de forças políticas de matizes ideológicas distintas, que se digladiam eleitoralmente, visando o acesso ao poder, mas revelam a fragilidade dos partidos majoritários na elaboração de suas amplas alianças partidárias que, em muitos casos, não são de natureza político-ideológica, mas se constituem em verdadeiro fisiologismo;

5. O sistema de financiamento de campanhas admitido no Brasil é perverso, indutor e retroalimentador da corrupção e termina por eleger, majoritariamente, verdadeiros representantes do poder econômico e não dos interesses da maioria da população;

6. O atual sistema político reflete partidos políticos que não têm identidade e realizam alianças que não fidelizam ideais, mas denunciam conveniências e interesses corporativistas. De igual modo, o modelo presidencialista de coalizão compromete a ética e a democracia cujos pressupostos são a fiscalização e a alternância no poder;

7. Candidatos/as frutos de estratégias de marketing e alianças comprometedoras não são dignos de voto;

8. Ninguém deve receber voto simplesmente por expressar a fé evangélica, antes, deve-se recordar que “a fé, se não tiver obras, por si só estará morta” (Tg 2.1). Entretanto candidatos e partidos que defendem em seus programas posições que se oponham a valores cristãos tais como justiça e paz; integridade da vida e da criação; preservação da família; honestidade e respeito ao bem público não podem merecer nosso voto.

9. O processo político não se esgota com as eleições e os valores da cidadania, marcados por gestões públicas transparentes e probas, têm correspondência na vida de integridade cotidiana de cada cidadão e cidadã brasileira, na participação, nas reivindicações e na projeção de ações que visem o bem comum. 

10. Repudiamos o “voto de cabresto”; o chamado “curral eleitoral”, bem como a troca do voto por favores sejam pessoais ou coletivos, exortando seus integrantes a exercerem o direito do voto de maneira consciente e bem fundamentado cientes da delegação de poder que o sufrágio nas urnas confere aos eleitos.

Conclamamos o povo de Deus que se reúne em nossas igrejas à participação na escolha das futuras lideranças: Presidente da República, governadores, senadores, deputados federais e estaduais e, para isso, também o convocamos à oração e à reflexão, que possam nos orientar para que nossas escolhas se traduzam no bem comum de todos os brasileiros e brasileiras.

Fonte: http://www.genizahvirtual.com/2014/10/igrejas-evangelicas-historicas-fazem.html