sábado, 22 de novembro de 2008

.A Igreja, os jogos de azar e as loterias

(2Tessalonissences 3.6-13)
“O amor ao dinheiro é a raiz de todos os males”. (1Tm 6.1) Pode se ver nos dias atuais uma excessiva ansiedade do ser humano pelo lucro, pelo dividendo, pela fortuna, ainda que para isso tenha de se valer de meios ilícitos.
Por outro lado, os próprios governantes se vêem as voltas com o problema dos défsts orçamentários, e lançam mão de certos recursos, como a legalização ou instituição de jogos que são altamente lesivos ao pais e ao povo de modo geral.
1 – Conceituação - É difícil fazer distinção entre jogos de azar e loterias, ambos, na verdade, são jogos de azar. Jogo de cartas, jogo do bicho, roleta, caça-níquel, loterias oficiais ou clandestinas, sorteios de carros e outros, corridas de cavalo, bingos, baralhos, sinuca, etc. são indistintamente jogos de azar.
O dicionário nos diz que jogo de azar é: aquele em que o praticante depende exclusivamente da sorte para ganhar (quem pode Ter sorte com dados viciados, roletas adulteradas, cartas marcadas...).
Para Refletir: Os jogos permitidos no Brasil, controlados pela Caixa Econômica, movimentam bilhões de dólares. O que é feito de tanto dinheiro? A saúde adoecida está, a educação está se acabando e a habitação padece. Onde vai parar tanto dinheiro?
2 – A Superstição - Os jogadores estão em busca do enriquecimento fácil, para isso vale qualquer coisa, até mesmo a superstição que é outra doença tremenda da qual padece o povo brasileiro. Há pessoas que apostam em determinado número por que sonharam com ele, por uma placa de carro, um número que viram várias vezes no dia e por várias outras razões absurdas.
A cultura ridiculamente supersticiosa do Brasil ajuda a manter as pessoas afundadas no vício do jogo.
3 – Vício Nacional - De ponta a ponta, em nosso país, com a convivência das autoridades, os jogos de azar são praticados. Na Zona Franca de Manaus, no Palácio do Planalto, nos Ministérios, etc., todo mundo quer fazer sua “fezinha”.
Certamente que Satanás tudo faz para tornar os jogos mais atraentes.
No fim da década de 80 foi feita uma denúncia pelo repórter do Jornal do Brasil, Valdir Sanches, e este contava que participou de uma reunião entre banqueiros, donos de casas lotéricas e representantes governamentais, em que se combinou que o governo receberia 6% do total arrecadado mensalmente, para não reprimir o jogo. A denúncia foi feita mas, como de costume no Brasil, não se tomou providencia alguma.
Hoje, aos poucos, o governo vai liberando o jogo e transformando essa nação em um grande cassino. Não é de se assustar que os políticos queiram legalizar o roubo (jogo), afinal, muitos deles estão envolvido em roubo (de um modo ou de outro).
Para Refletir: “Eis o jogo, o grande putrefador. Diátese cancerosa das raças amenizadas pela sensualidade e pela preguiça, ele entorpece caleja e desviriliza os povos, nas fibras de cujo organismo insinuou o ser germe proliferante e inestirpável.” (Rui Barbosa).
Para Ler:
Sabedoria X Riquezas – Pv 3. 13-15; Aprendendo com a formiga – Pv 6. 6-11; Os bens vêm de Deus – Pv 8. 13-21; Graça de Deus X Tesouros de impiedade - Pv 10. 1-7; 20. 4; Lucro desonesto – Pv 15. 27; Pecado da ociosidade – Pv 19. 24; 20. 7; Lições de vida – Pv 20. 13-23.

Rev. Juberto Oliveira da Rocha Júnior - Rev. Juba