sexta-feira, 28 de novembro de 2008

MAGIA

Deuteronômio 18:9-14

Estas nações... ouvem os... adivinhadores; porém a ti o Senhor, teu Deus, não permitiu tal coisa. Deuteronômio 18:14
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Magia não é coisa dos selvagens primitivos, nem foi varrida da terra pela ciência, técnica e progresso. Basta observar no dia-a-dia quantas pessoas carregam amuletos, consultam horóscopos, ou evitam certas práticas ou costumes “que dão azar”, e quantas pessoas jogam em loterias, na esperança de ganhar uma fortuna num lance de sorte. A Bíblia jamais condenou a ciência e a tecnologia. Não condenou o espírito da pesquisa e o controle dos recursos naturais postos a serviço da humanidade. Mas não deixou espaço para a magia, antes a condenou. Moisés, encontrou oposição dos magos no Egito, os quais, porém, se viram obrigados a reconhecer o poder de Deus (Êxodo 8:19). Daniel, ao interpretar os sonhos do rei, declarou que os magos não poderiam fazê-lo (Daniel 2:27). Simão, o mago, viu os prodígios realizados por Pedro e teve inveja, reconhecendo a sua limitação (Atos 8:9-13). Em Éfeso, muitos pagãos que praticavam artes mágicas se converteram com a pregação de Paulo e, “reunindo os seus livros, os queimaram diante de todos” (Atos 19:19). Assim é que a Bíblia considera a magia, as adivinhações, as ciências ocultas e nos ensina que devemos tratá-las como obra demoníaca que é. Foi muito significativa a fogueira de Éfeso.
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Pense:
Magia, adivinhação, necromancia, são em geral produtos da ignorância e desaparecem com o conhecimento.
Ore:
Agradecemos-te, Senhor amado, porque a luz do teu Espírito nos tirou das trevas e nos liberou das superstições e da ação de qualquer força ou poder do mal. Em nome de Jesus. Amém.

Cada Dia (http://www.lpc.org.br)