segunda-feira, 8 de setembro de 2014

Escolher Sempre o Melhor


                Certo jovem, criado com a sua família numa igreja, teve uma experiência diferente na comemoração do seu vi¬gésimo primeiro aniversário. Resolveu sair com uns amigos não crentes, e, num bar, tomou algumas cervejas. Ele não sabia qual seria a reação do seu organismo, pois nunca an¬tes tinha bebido. O resultado foi saírem embriagados, e, com um revólver de brinquedo, assaltarem um homem, tomando-lhe o relógio e uns minguados cruzeiros. A vítima compareceu à Delegacia e os rapazes foram presos imedia¬tamente, com o produto do roubo.
                A família do crente constituiu um advogado. Este to¬mou as medidas jurídicas cabíveis, aconselhou o rapaz a voltar-se para Deus, conseguiu uma declaração do pastor, e uma matrícula em escola noturna, bem como trabalho com carteira assinada; enfim, tudo que pudesse provar es¬tar integrado o moço em uma vida honesta. Respondeu em liberdade, e, no julgamento, o próprio promotor público pediu a sua absolvição.
                Regozijando ainda pelo resultado alcançado pelas ora¬ções e pelo trabalho, o advogado foi procurado por outra mãe aflita, com o filho da mesma idade, em idêntica situa¬ção. Fora preso na Zona Sul da cidade e estava há dois me¬ses numa cela da Delegacia. Procurou o rapaz e contou-lhe a experiência do caso anterior.
                - Você precisa confessar que fez isso num momento de insensatez, que vai integrar-se na vida honesta, voltar para a igreja, para a escola, para um trabalho.
                - Não, doutor. O senhor está enganado - disse o jovem. - Eu não vou me regenerar.
                O advogado procurou a senhora crente e lhe deu a triste notícia:
                - Não posso defender o seu filho. Ele não pretende coo¬perar. Seria perder o meu tempo e o seu dinheiro.
                Uma semana depois a imprensa publicou a morte daquele rapaz. Tinha havido uma rebelião no xadrez da Delegacia e ele fora atingido por um projétil de arma de fogo, morrendo instantaneamente.



Eles, porém, zombavam dos mensageiros, desprezavam as palavras de Deus e mofavam dos seus profetas, até que subiu a ira do SENHOR contra o seu povo, e não houve remédio algum. (2Cr 36.16)