sábado, 30 de março de 2013
sexta-feira, 29 de março de 2013
Jesus sai da sepultura
Jesus ficou pouco
tempo no túmulo de José de Arimatéia. Seu corpo não chegou a apodrecer nem
cheirar mal como o corpo de seu amigo Lázaro. Cerca de 36 horas depois de
morto, Jesus se pôs em pé dentro
do túmulo. Ele não precisou levantar a pedra que tampava a entrada do túmulo.
Do lado de fora já havia um anjo fazendo isso. Os anjos sempre estiveram a serviço
de Jesus. Foram eles que lhe ofereceram comida depois de seu jejum de 40 dias e
depois de Ele ser tentado pelo diabo. Foram eles que alegraram Jesus quando Ele
estava tremendamente triste no Jardim do Getsêmani. Foram eles que avisaram Maria
que ela seria a mãe de Jesus. Foram eles que avisaram José que Maria estava
grávida por obra do Espírito Santo. Foram eles que fizeram aquela grande festa
nos céus de Belém no dia do nascimento de Jesus.
Era de todo
impossível que Jesus continuasse morto, pois Ele tinha todo o poder sobre a morte.
Ele mostrou isso pelo menos em três ocasiões. Quando devolveu a vida à filha de
Jairo, que havia acabado de morrer; quando devolveu a vida ao filho da viúva de
Naim, cujo corpo estava sendo levado para o cemitério; e quando devolveu a vida
ao irmão de Maria e Marta, cujo corpo já estava no cemitério. Agora, era a vez
do próprio Jesus tornar a viver e sair do túmulo.
Várias vezes Jesus
avisou que passaria pessoalmente pela experiência da morte. Mas todas as vezes
que anunciava a própria morte, Ele anunciava também a sua ressurreição. Certa
vez, Jesus fez uma comparação com a experiência de Jonas. Assim como esse
profeta esteve três dias e três noites na barriga de um grande peixe e depois
foi vomitado numa praia, assim Ele próprio estaria no interior da terra por
três dias e três noites e depois sairia de lá.
O lugar dos mortos é
o cemitério. Mas quando o morto torna a viver, o lugar dele já não é o cemitério.
Foi isso que os anjos disseram às mulheres quando elas foram perfumar o corpo
de Jesus naquele domingo bem cedo: “Por que vocês estão procurando entre os
mortos quem está vivo?”
A partir daquele
momento, Jesus se apresentou vivo com muitas e valiosas provas. Esse
acontecimento mudou totalmente todos os discípulos por toda a vida.
(Elben César,
Nem Tudo é Sexta Feira – E-book – pp. 29 e 30, Editora Ultimato, Viçosa, MG,
2013)
quinta-feira, 28 de março de 2013
Nem Tudo é Sexta-Feira (2)
É preciso ficar bem
claro que o Filho de Deus não morreu porque o tribunal religioso dos judeus
(Sinédrio) e o governador romano (Pôncio Pilatos) o condenaram à morte.
A morte de Jesus não
foi um acidente de percurso, nem um mero assassinato, nem um final trágico, nem
uma derrota vergonhosa. A morte de Jesus não está envolta em mistério, não é
algo inexplicável à vista de seu poder e de seus recursos.
A morte de Jesus foi
voluntária, premeditada e anunciada. Embora molhada em sangue, suor e lágrimas,
embora árdua e sofrida, embora extremamente dolorosa e humilhante — a morte de
Jesus foi a mais cara e mais espetacular vitória de que se tem notícia. Ela
tornou viável o perdão de pecados e possível a salvação de todos os que creem.
Jesus só foi preso e
crucificado porque “o Senhor fez cair sobre Ele a iniquidade de todos nós” (Is 53.6).
Daí a explicação de Paulo: “Em Cristo não havia pecado. Mas Deus colocou sobre Cristo
a culpa dos nossos pecados para que nós, em união com Ele, vivamos de acordo
com a vontade de Deus.” (2 Co 5.21, NTLH.) Daí a explicação de Pedro: “Ele
mesmo levou em seu corpo os nossos pecados sobre o madeiro, a fim de que
morrêssemos para os pecados e vivêssemos para a justiça; por suas feridas vocês
foram curados” (1Pe 2.24, NVI). Daí também a explicação de João: “O sangue de Jesus
nos purifica de todo pecado” (1 Jo 1.7). No momento exato em que Jesus entregou
o espírito, por volta das 3 horas da tarde daquela sexta-feira, “o véu do santuário
rasgou-se em duas partes, de alto a baixo” (Mt 27.51). Essa cortina espessa e
tricolor que separava o santuário do lugar santíssimo, também chamado Santo dos
Santos, simbolizava a impossibilidade de o homem, absolutamente pecador, se
aproximar de Deus, absolutamente santo.
A morte de Jesus foi
o sacrifício que abriu o caminho até Deus. Desde então, “temos plena confiança para
entrar no Santo dos Santos [na presença de Deus] por um novo e vivo caminho que
Ele nos abriu por meio de véu, isto é, de seu corpo” (Hb 10.19, 20, NVI).
(Elben César, Nem Tudo é Sexta Feira – E-book – pp. 07 e 08, Editora Ultimato, Viçosa, MG, 2013)
Nem Tudo e Sexta-Feira
Na
sexta-feira, Jesus...
Assume
a culpa de tudo
dá
a sua vida pelas ovelhas
derrama
a sua alma na morte
morre
por decisão própria
No
domingo, Jesus...
deixa
o túmulo vazio
Enxuga
as lágrimas de maria
Surpreende
a todos
come
com os discípulos
Por
causa da sexta-feira e do domingo,
os
cristãos não podem abrir mão...
Nem
do Cordeiro nem do leão
Nem
da morte nem da ressurreição
Nem
da Paixão nem da Páscoa
Nem
da cruz nem da coroa
Nem
do Jesus desfigurado nem do Jesus transfigurado
Nem
das vestes tintas de sangue nem das vestes brancas como a luz
Nem
da descida aos infernos nem da subida aos mais altos céus.
(Elben César, Nem Tudo é Sexta Feira – E-book – p. 06, Editora Ultimato,
Viçosa, MG, 2013)
segunda-feira, 25 de março de 2013
sexta-feira, 22 de março de 2013
segunda-feira, 18 de março de 2013
terça-feira, 12 de março de 2013
quarta-feira, 6 de março de 2013
(Video) 23-02-2013 - Rev Juba & Banda Alvo na Igreja Presbiteriana do Alto Vera Cruz - BH - MG
Pregação sobre "Alegria" feita pelo Rev. Juberto Oliveira da Rocha Júnior.
segunda-feira, 4 de março de 2013
02-02-2013 - Rev. Juba Prega no Aniversário da Federação de SAFs do Presbitério das Alterosas
Rev. Juberto prega no aniversário da Federação de SAFs (Sociedade Auxiliadora Feminina) do Presbitério das Alterosas (PALT).
Local: Igreja Presbiteriana de General Carneiro - Sabará - MG.
Data: 02 de fevereiro de 2013.
Local: Igreja Presbiteriana de General Carneiro - Sabará - MG.
Data: 02 de fevereiro de 2013.
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