quinta-feira, 22 de outubro de 2026

A Esposa do Pastor

 

A Esposa do Pastor

 

A esposa do pastor

É uma mulher singular.

Ela começa a ser forjada

Bem antes de pensar em casar.

 

A esposa do pastor

Pastora não é,

Mas, tem uma grande obra:

Obra de grande fé.

 

Quase nunca ela tem nome.

É “a esposa do pastor”.

Ainda assim tem um chamado

De renúncia e amor.

 

Sofre quando o esposo sofre.

Alegra-se quando há nele alegria.

Está com ele nas lutas

E nas vitórias de cada dia.

 

Sem título eclesiástico,

Sem côngrua pastoral,

Permanece firme na obra,

Almeja a remuneração celestial.

 

Sua família é a mais notada.

Dela se espera irretocável postura.

As expectativas são grandes.

Ser esposa de pastor é uma aventura!

 

Mas, ela é abençoada

Com bênçãos celestiais.

Suas realizações são eternas.

Na terra não há iguais.

 

Divide o marido com a comunidade.

Ora para que ele seja bem sucedido.

Tem seu amor aperfeiçoado

E o caráter fortalecido.

 

Ser esposa de um pastor

É ter um ministério diferente.

Não se vive só para si, mas,

Para e com muita gente.

 

Ser esposa de pastor é

Um chamado à vida de amor.

É estar sob a mesma missão

Num ministério desafiador.

 

Você pode me perguntar:

- “Como sabe que essa mulher é assim”?

Sou o esposo de uma delas.

Não há dúvidas em mim.

 

Rev. Juberto Oliveira da Rocha Júnior

 

Poesia para o “Dia da Esposa do Pastor” especialmente dedicada à minha amada Glêdes Geane Sperber Corrêa Rocha.

 

Segundo domingo de dezembro, Dia da Esposa do Pastor Presbiteriano.

 

Conselheiro Pena (MG), 11 de Dezembro de 2020

 

Aceitação

 

Aceitação

 

Sou obra das mãos do Criador e eu me alegro com isso. É maravilhoso saber que não sou fruto de acidentes, do acaso ou de uma “evolução” teórica.

A Trinidade Santa me fez do gênero humano e eu agradeço por isso. O Senhor me criou homem e para ser heterossexual e eu quero viver isso dignamente.

Fui criado com uma voz grave e quero louvar ao meu Deus com essa voz que Ele me deu.

Aceito que nossa sociedade está baseada em princípios judaico-cristãos e que, sem esses princípios, o mundo rui.

Sou cristão pois Cristo me aceitou. Quero ser um pequeno Cristo.

Aceito que nasci em pecado e, por isso, dependo totalmente de Jesus.

Aceito que o Pai criou a família com um propósito e quero cumprir esse propósito com minha família tradicional.

Aceito que não sou perfeito e que preciso ser aperfeiçoado. Alegro-me em saber que o Espírito Santo me guia nesse aperfeiçoamento.

Aceito meu corpo imperfeito e quero glorificar a Deus por isso. E vibro por saber que, um dia, meu Pai me dará um corpo perfeito.

Aceito que não posso me salvar e fico maravilhado com a verdade de só Jesus Cristo pode me dar a vida eterna.

Aceito que meu coração é “enganoso e desesperadamente corrupto” e que, por isso, tenho que me guiar pela Palavra de Deus, a Bíblia Sagrada. Não confio em meu coração nem nas minhas emoções.

E você? Você se aceita?

Quem não se aceita como Deus criou, não aceita a biologia, não concorda com as regras do Criador... esse, sim, tem problemas de aceitação.

Aceite-se!

 

 

Juberto Oliveira da Rocha Jnior

Conselheiro Pena (MG), 3 de julho de 2023

Vigésimo Quarto

 

Vigésimo Quarto

 

Vinte e quatro anos

De vida conjugal.

Se retornasse ao ano dois mil,

Faria tudo exatamente igual.

 

Duzentos e oitenta e oito meses

De um doce relacionamento.

E posso dizer com alegria:

“Valeu cada momento”.

 

Cento e cinco mil

E cento e vinte e seis dias.

Todos eles bem vividos:

Poucas tristezas e muitas alegrias.

 

Dois milhões, quinhentas e vinte e três mil

E vinte e quatro horas passadas.

Compartilhando amor

Com almas desnudadas.

 

Cento e cinquenta e um milhões,

Trezentos e oitenta e um mil

E quatrocentos e quarenta minutos idos.

Só para você meu coração sorriu.

 

Em segundos: nove bilhões e...

Números a não mais contar.

São diversos os números do tempo.

Mas, meu amor é singular.

 

Quase um quarto de século

De um amor que só cresceu,

Floresceu, criou raízes,

Tornou melhor o meu eu.

 

 

Juberto Oliveira da Rocha Júnior

Conselheiro Pena (MG, 09 de julho de 2024

 

 

Poema em comemoração das nossas Bodas de Opala ocorridas em 08 de julho de 2024.

Juberto e Glêdes Geane