terça-feira, 31 de julho de 2012

ESCOLHAS


ESCOLHAS

 Luís é o tipo de cara que você gostaria de conhecer. Ele estava sempre de bom humor e sempre tinha algo de positivo para dizer. Se alguém lhe perguntasse como ele estava, a resposta seria logo:
- “Ah! Se melhorar estraga”.
Ele era um gerente especial em um restaurante, pois seus garçons o seguiam de restaurante em restaurante apenas pelas suas atitudes. Ele era um motivador nato.
Se um colaborador estava tendo um dia ruim, Luís estava sempre dizendo como ver o lado positivo da situação.
Fiquei tão curioso com seu estilo de vida que um dia lhe perguntei:
- “Você não pode ser uma pessoa positiva todo o tempo. Como faz isso?”
Ele me respondeu:
- “A cada manhã, ao acordar, digo para mim mesmo: ‘Luís, você tem duas escolhas hoje: Pode ficar de bom humor ou de mau humor’. Eu escolho ficar de bom humor. Cada vez que algo ruim acontece, posso escolher bancar a vítima ou aprender alguma coisa com o ocorrido. Eu escolho aprender algo. Toda vez que alguém reclamar, posso escolher aceitar a reclamação ou mostrar o lado positivo da vida.”
- “Certo, mas não é fácil” - argumentei.
- “É fácil sim”, disse-me Luís. “A vida é feita de escolhas. Quando você examina a fundo, toda situação sempre oferece escolha. Você escolhe como reagir às situações. Você escolhe como as pessoas afetarão o seu humor. É sua a escolha de como viver sua vida.”
 Eu pensei sobre o que o Luís disse e sempre lembrava dele quando fazia  uma escolha.
Anos mais tarde, soube que Luís um dia cometera um erro, deixando a porta de serviço aberta pela manhã. Foi rendido por assaltantes. Dominado, e enquanto tentava abrir o cofre, sua mão tremendo pelo nervosismo, desfez a combinação do segredo. Os ladrões entraram em pânico e atiraram nele.
Por sorte foi encontrado a tempo de ser socorrido e levado para um hospital. Depois de 18 horas de cirurgia e semanas de tratamento intensivo, teve alta ainda com fragmentos de balas alojadas em seu corpo.
Encontrei Luís mais ou menos por acaso. Quando lhe perguntei como estava, respondeu:
- “Se melhorar, estraga”.
Contou-me o que havia acontecido perguntando:
- “Quer ver minhas cicatrizes?”
Recusei ver seus ferimentos, mas  perguntei-lhe o que havia passado em sua mente na ocasião do assalto.
- “A primeira coisa que pensei foi que deveria ter trancado a porta de trás”, respondeu. “Então, deitado no chão, ensanguentado, lembrei que tinha duas escolhas: ‘Poderia viver ou morrer’. Escolhi viver”!
- “Você não estava com medo”? Perguntei.
- “Os paramédicos foram ótimos. Eles me diziam que tudo ia dar certo e que ia ficar bom. Mas quando entrei na sala de emergência e vi a expressão dos médicos e enfermeiras, fiquei apavorado. Em seus lábios eu lia: ‘Esse aí já era’. Decidi então que tinha que fazer algo”.
- “O que fez”? Perguntei.
- “Bem. Havia uma enfermeira que fazia muitas  perguntas. Perguntou-me se eu era alérgico a alguma coisa. Eu respondi: ‘sim’. Todos pararam para ouvir a minha resposta. Tomei fôlego e gritei; ‘Sou alérgico a balas’! Entre risadas lhes disse: ‘Eu estou escolhendo viver, operem-me como um  ser vivo, não como um morto’.
Luís sobreviveu graças à persistência dos médicos... mas sua atitude é que os fez agir dessa maneira. E com isso, aprendi que todos os dias, não importa como eles sejam, temos sempre a opção de viver plenamente. Afinal de contas, “ATITUDE É TUDO”.
Agora você tem duas opções: Ler esta mensagem e guardá-la em alguma pasta, ou; Transmiti-la aos seus amigos para que possam tirar conclusões e repassá-la a outras pessoas. 
(Autor Desconhecido)
“Este é o dia que o Senhor fez; regozijemo-nos e alegremo-nos nele”. (Sl 118.24)