quarta-feira, 1 de maio de 2024

O Mais Eficaz Projeto Evangelístico


O Mais Eficaz Projeto Evangelístico

 

Todos nós devemos desejar a salvação da nossa casa, da nossa família, dos nossos amigos, das pessoas ao nosso redor. Mas, como compartilhar de Cristo com as pessoas? Qual é a melhor estratégia? Qual é a melhor maneira de fazer isso? Considerando que nem sempre as pessoas desejam ouvir, nós precisamos entender o seguinte: o primeiro lugar onde devemos ser missionários e evangelistas é na nossa família. Nós somos os instrumentos de Deus para compartilhar de Cristo com a nossa família. A família de Noé foi salva por sua postura. Em 2 Pe 2. 4-5 está escrito: “Ora, se Deus não poupou anjos quando pecaram, antes, precipitando-os no inferno, os entregou a abismos de trevas, reservando-os para juízo; e não poupou o mundo antigo, mas preservou a Noé, pregador da justiça, e mais sete pessoas, quando fez vir o dilúvio sobre o mundo de ímpios”. Era a família de Noé ele, seus filhos, sua esposa e suas noras (Gn 6. 18). Em Gn 6. 8 está escrito: “Porém Noé achou graça diante do SENHOR”. E, porque Noé achou graça diante do Senhor, sua família foi salva. A família de Ló foi salva do juízo de Sodoma por causa da justiça dele. Em 2 Pe 2. 6-8, está escrito: “e, reduzindo a cinzas as cidades de Sodoma e Gomorra, ordenou-as à ruína completa, tendo-as posto como exemplo a quantos venham a viver impiamente; e livrou o justo Ló, afligido pelo procedimento libertino daqueles insubordinados (porque este justo, pelo que via e ouvia quando habitava entre eles, atormentava a sua alma justa, cada dia, por causa das obras iníquas daqueles)”, E, então, os anjos do Senhor tiraram Ló e sua família pela justiça de Ló. Deus abençoou a descendência de Abraão através dele. A obediência de Abraão ao Senhor trouxe benção sobre sua casa por gerações e gerações. Em Gn 12. 1-3 está escrito: “Ora, disse o SENHOR a Abrão: Sai da tua terra, da tua parentela e da casa de teu pai e vai para a terra que te mostrarei; de ti farei uma grande nação, e te abençoarei, e te engrandecerei o nome. Sê tu uma bênção! Abençoarei os que te abençoarem e amaldiçoarei os que te amaldiçoarem; em ti serão benditas todas as famílias da terra”. O Senhor abençoou a família de Abraão por gerações. Deus trabalha com famílias. O carcereiro leva o evangelho a sua casa em At 16. 30-34 está escrito: “Depois, trazendo-os para fora, disse: Senhores, que devo fazer para que seja salvo? Responderam-lhe: Crê no Senhor Jesus e serás salvo, tu e tua casa. E lhe pregaram a palavra de Deus e a todos os de sua casa. Naquela mesma hora da noite, cuidando deles, lavou-lhes os vergões dos açoites. A seguir, foi ele batizado, e todos os seus. Então, levando-os para a sua própria casa, lhes pôs a mesa; e, com todos os seus, manifestava grande alegria, por terem crido em Deus”. Raabe salva sua família ao se render ao Deus verdadeiro. Hb 11. 31 diz: “Pela fé, Raabe, a meretriz, não foi destruída com os desobedientes, porque acolheu com paz aos espias”. E em Js 2. 14 está escrito: “Então, lhe disseram os homens: nossa vida responderá pela vossa se não denunciardes esta nossa missão; e será, pois, que, dando-nos o SENHOR esta terra, usaremos contigo de misericórdia e de fidelidade”. Raabe era uma prostituta, mas creu no Senhor e foi usada para salvar toda a sua casa juntamente com ela. Noemi salva a sua nora pelo convívio. Em Rt 1. 16-18 está escrito: “Disse, porém, Rute: Não me instes para que te deixe e me obrigue a não seguir-te; porque, aonde quer que fores, irei eu e, onde quer que pousares, ali pousarei eu; o teu povo é o meu povo, o teu Deus é o meu Deus. Onde quer que morreres, morrerei eu e aí serei sepultada; faça-me o SENHOR o que bem lhe aprouver, se outra coisa que não seja a morte me separar de ti. Vendo, pois, Noemi que de todo estava resolvida a acompanhá-la, deixou de insistir com ela”. Rute está na genealogia de Jesus, sendo uma de suas descendentes, porque creu no Deus de sua sogra. A oração de Ana leva seu filho a viver diante do Senhor. Em 1Sm 1. 26-28, está escrito: “E disse ela: Ah! Meu senhor, tão certo como vives, eu sou aquela mulher que aqui esteve contigo, orando ao SENHOR. Por este menino orava eu; e o SENHOR me concedeu a petição que eu lhe fizera. Pelo que também o trago como devolvido ao SENHOR, por todos os dias que viver; pois do SENHOR o pedi. E eles adoraram ali o SENHOR”. Samuel viveu diante do Senhor todos os seus dias, porque sua mãe orou incessantemente por ele. Eunice cria Timóteo para Cristo, mesmo tendo um marido que não tinha a mesma esperança. Em At 16. 1 está escrito: “Chegou também a Derbe e a Listra. a Havia ali um discípulo chamado Timóteo, filho de uma judia crente, mas de pai grego”. Foi Paulo quem chegou ali, encontrou Timóteo e em 2Tm 1. 4-5 Paulo escreve: “Lembrado das tuas lágrimas, estou ansioso por ver-te, para que eu transborde de alegria pela recordação que guardo de tua fé sem fingimento, a mesma que, primeiramente, habitou em tua avó Lóide e em tua mãe Eunice, e estou certo de que também, em ti”. Que coisa maravilhosa! Não é? Olha, devemos trabalhar por nossas famílias. A Bíblia tem inúmeros exemplos de pais e mães que foram instrumentos de salvação de suas famílias e a Bíblia continua a nos admoestar quando diz que os pais são os maiores evangelizadores de seus filhos. Pv 22. 6 diz: “Ensina a criança no caminho em que deve andar, e, ainda quando for velho, não se desviará dele”. E Ef  6. 4 diz: “E vós, pais, não provoqueis vossos filhos à ira, mas criai-os na disciplina e na admoestação do Senhor”. Dt 6. 6-9 diz: “Estas palavras que, hoje, te ordeno estarão no teu coração; tu as inculcarás a teus filhos, e delas falarás assentado em tua casa, e andando pelo caminho, e ao deitar-te, e ao levantar-te. Também as atarás como sinal na tua mão, e te serão por frontal entre os olhos. E as escreverás nos umbrais de tua casa e nas tuas portas”. Devemos falar para os nossos filhos em todo o tempo, em todas as oportunidades. A Bíblia nos mostra que relacionamentos familiares são a chave para uma evangelização eficaz. Relacionamentos familiares e amizades são a maior porta para se compartilhar de Jesus e para se pregar a salvação. A igreja primitiva era simpática na cidade. Em At 2. 47 está escrito: “louvando a Deus e contando com a simpatia de todo o povo. Enquanto isso, acrescentava-lhes o Senhor, dia a dia, os que iam sendo salvos”. A igreja primitiva era querida na cidade onde ela estava plantada. A mulher samaritana, apesar de uma vida tão complicada, quando se encontra com Jesus, compartilha de Jesus com as pessoas que ela conhecia na cidade. No evangelho de João, no capítulo 4, no verso 39, está escrito: “Muitos samaritanos daquela cidade creram nele, em virtude do testemunho da mulher, que anunciara: Ele me disse tudo quanto tenho feito”. Jesus era amigo daquelas pessoas que veio salvar. Em Mt 11. 19, está escrito: “Veio o Filho do Homem, que come e bebe, e dizem: Eis aí um glutão e bebedor de vinho, amigo de publicanos e pecadores! Mas a sabedoria é justificada por suas obras”. Jesus veio salvar os perdidos. Então, ele comia com pecadores e com cobradores de impostos, publicanos que eram considerados nada pelos judeus. Jesus se relacionava com eles, não fazia o que eles faziam, mas os influenciou e houve salvação no coração de muitos deles. Relacionamentos familiares e amizade caras são a porta para que as pessoas que não conhecem a Cristo venham a conhecê-lo. Faça isso. Cuide da sua casa, cuide dos seus amigos, compartilhe de Jesus para que você possa ver cada um deles no céu.

 

 

Juberto Oliveira da Rocha Júnior

terça-feira, 30 de abril de 2024

Lembranças


 Lembranças

 

As casas em que morei não estão mais lá. Os pés de manga, goiaba, abacate, jaboticaba em que eu subia não estão mais lá. Os poços em que nadei não estão mais lá. Minha mãe, pai, avô, avó também não estão mais lá. Muitas pessoas não estão mais lá. A maioria dos amigos não estão mais lá. Mesmo as lembranças tendem a não estar exatamente no mesmo lugar, esvanecem com o fluir do tempo. Restam-nos as lembranças. E muitas delas escoam. Então, que criemos boas memórias, boas lembranças!

 

Mas, se mesmo as lembranças podem ser dissolvidas ou distorcidas, o que pode valer a pena nesta vida? Eu te digo: a esperança! A esperança em Cristo Jesus é maravilhosa. Ela nos impulsiona e anima. Ela nos fortalece e guia. Tudo o que o Senhor declarou em sua Palavra gera esperança. E a esperança me enche o coração. Toda a Palavra de Deus permanece para sempre e não muda. Isso me dá segurança.

 

A morada que Jesus foi preparar para mim já está lá e sempre estará. A árvore da vida cujos frutos curam está lá. A água da vida em mim está e sempre estará. Posso mergulhar. O Pai Celeste não só está. Ele é. Todos os meus irmãos eleitos, e também eu, estaremos lá. Promessa alguma de Deus passará.

 

A esperança em Cristo não é intangível, abstrata ou utópica. Ela é real, concreta e certa.

 

As melhores e mais doces lembranças não se comparam à esperança que habita num verdadeiro Cristão. Viver a esperança em Jesus olhando para o futuro é incomparavelmente melhor que viver de lembranças, do passado.

 

“Ora, a esperança não confunde, porque o amor de Deus é derramado em nosso coração pelo Espírito Santo, que nos foi outorgado”. (Romanos 5. 5)

 

Juberto Oliveira da Rocha Júnior 

domingo, 28 de abril de 2024

The Walking Dead

 


The Walking Dead

 

                Na cultura atual, os zumbis são personagens famosos. Há centenas de filmes, séries, livros e games sobre esses mortos-vivos. Um zumbi é um cadáver reanimado, um ser sem alma e sem vontade própria. Mas, sabemos que zumbis não existem. Sabemos? Será que não? Eu penso que existam mais zumbis perambulando por aí do que gente viva de verdade. Eu mesmo já fui um desses seres estranhos.

                A Bíblia diz que um homem sem Cristo é um homem “morto em seus delitos e pecados” (Efésios 2. 1). Antes de Jesus nos dar vida, estávamos espiritualmente mortos. Então, eu fui um zumbi. Andava, falava, comia... e não estava espiritualmente vivo, estava morto em meus pecados. Quantos estão aí nessa mesma condição?

                Zumbis são geralmente retratados como criaturas noturnas que se movem de forma estranha e instintiva. É exatamente como fazemos quando não entregamos nossos corações a Cristo. Gostamos de cometer nossos pecados mais terríveis no oculto, na escuridão. Nos comportamos de modo estranho ao que Deus nos criou para ser. Agimos instintiva e pecaminosamente sob o lema “siga o seu coração”. E cada dia morremos mais porque a Bíblia diz que nosso coração é “enganoso e desesperadamente corrupto” (Jeremias 17. 9). Um zumbi não sabe que é um zumbi. Um homem perdido só sabe que é um morto-vivo quando a Palavra lhe é pregada. Há muitos zumbis circulando entre nós.

                No livro de Efésios, lemos que “ele vos deu vida” (Efésios 2. 1). O “vos” se refere aos cristãos e “Ele” se refere a Cristo. Só Jesus nos tira da condição de mortos vivos e nos dá a vida eterna. Um homem sem Cristo é morto, ainda que esteja vivo. Um homem com Cristo é vivo, e vive eternamente, ainda que morra.

                Nas lendas hollywoodianas, um fim adequado para um zumbi é o fogo intenso. O fim de um homem sem Cristo também será o fogo intenso. Mas, não tem que ser assim. O apóstolo Paulo diz: “Mas Deus, sendo rico em misericórdia, por causa do grande amor com que nos amou, e estando nós mortos em nossos delitos, nos deu vida juntamente com Cristo, — pela graça sois salvos, e, juntamente com ele, nos ressuscitou, e nos fez assentar nos lugares celestiais em Cristo Jesus; para mostrar, nos séculos vindouros, a suprema riqueza da sua graça, em bondade para conosco, em Cristo Jesus”. (Efésios 2. 4 a 7).

                Deixe de ser um zumbi! Só Cristo pode te ressuscitar com Ele. Seja um “vivo-vivo” e não um morto-vivo. Renda-se à misericórdia e ao amor com que Deus nos ama. Aceite a graça dEle. Você não pode se salvar, não pode pagar por sua salvação. Receba humildemente o presente da graça. Nasça novamente e viva eternamente! Renda sua vida inteira a Jesus Cristo, o Único Senhor.

 

Juberto Oliveira da Rocha Júnior

Conselheiro Pena (MG), 26 de abril de 2024

sexta-feira, 26 de abril de 2024

“Morreu, Mas Passa Bem”


 “Morreu, Mas Passa Bem”

 

A expressão foi cunhada pelo pessoal do humorístico “Planeta Diário” na década de 80. Ela é usada quando alguém passa por situações extremas ou complicadas, mas termina bem. Também é usada em caso de falsas notícias de morte com conotação humorística sobre o acontecido.

 

Do ponto de vista da lógica, essa expressão é uma antinomia: morrer e passar bem são opostos. Ou está vivo e passa bem, ou morreu e não goza mais de saúde.

 

Mas, há um povo para o qual essa expressão faz todo o sentido, sendo motivo de alegria. Para esse povo essa declaração é, no máximo, um paradoxo, que é quando duas coisas parecem opostas, mas não são. Esse povo é capaz de se alegrar com a afirmação de que alguém morreu, mas está muito bem. Para essa parcela da população morrer é uma vantagem grande e um consolo indescritível. Esse povo somos nós, os cristãos.

 

Sabemos que a morte em si não é algo bom e desejável, pois “o salário (o resultado, o castigo) do pecado é a morte” (Romanos 6. 23). Morrer em si não é algo desejável. Mas, Jesus entra na história e paga toda a nossa dívida de pecado que temos. “Ele cancelou o registro de acusações contra nós, removendo-o e pregando-o na cruz. Desse modo, desarmou os governantes e as autoridades espirituais e os envergonhou publicamente ao vencê-los na cruz” (Colossenses 2. 14 – 15). A obra redentora de Cristo na cruz, então, traz salvação e certeza de vida eterna a todo aquele que crê em Jesus e Sua obra regeneradora, conforme registrado na Bíblia. João 3. 16 – 18 diz: “Porque Deus amou tanto o mundo que deu seu Filho único, para que todo o que nele crer não pereça (não morra eternamente, inferno), mas tenha a vida eterna (o paraíso, o céu junto a Trindade). Deus enviou seu Filho ao mundo não para condenar o mundo, mas para salvá-lo por meio dele. Não há condenação alguma para quem crê nele. Mas quem não crê nele já está condenado por não crer no Filho único de Deus”. 

 

A certeza de salvação e vida eterna que habitam o verdadeiro cristão, convicção adquirida na Palavra de Deus, nos faz enxergar a morte e o pós-morte de uma nova perspectiva. Isso é tão intenso que o apóstolo Paulo pode dizer que “… para mim, o viver é Cristo, e o morrer é lucro. Mas, se continuar vivo, posso trabalhar e produzir fruto para Cristo. Na verdade, não sei o que escolher. Estou dividido entre os dois desejos: quero partir e estar com Cristo, o que me seria muitíssimo melhor. Contudo, por causa de vocês, é mais importante que eu continue a viver” (Filipenses 1. 21 – 24). 

 

Pensar nas ruas de ouro, mar de cristal, na comunhão intima e eterna com a Trindade Santa, na comunhão com todos os irmãos, na paz, alegria, harmonia… em todas as coisas preparadas para os crentes verdadeiros (Apocalipse 21 e 22) nos faz poder olhar para um irmão na fé que descansou e dizer: “morreu, mas passa bem”. Quando um autêntico servo do Deus Único e Verdadeiro parte, nós podemos dizer mais do que “morreu, mas passa bem”, podemos dizer: “Morreu e está infinitamente melhor”. 

 

Juberto Oliveira da Rocha Júnior 

quinta-feira, 18 de abril de 2024

Não Se Esqueça do Pastor!

 


Não Se Esqueça do PASTOR


“O Senhor é o meu pastor, nada me faltará”. (Salmo 23. 1

Mas, muitas vezes, parece que a gente se esquece. Não é? A gente fica desesperado, preocupado e ansioso. Quantas vezes?!

Nós não podemos nos esquecer do Pastor. Jesus é o “bom pastor que dá a vida pelas ovelhas” (Jo 10. 11). Em João 10, nós temos uma descrição maravilhosa de Jesus como o nosso pastor. A mesma figura aparece no Salmo 23. Quero te lembrar de algumas das características do pastor que cuida da gente, para que você viva em confiança.

A primeira característica é que o nosso pastor é único, não há ninguém igual a Ele. O texto diz “o Senhor”. O artigo é definido. Não é um senhor, mas O Senhor. O Único Senhor. É absoluto. Ele é soberano. Ele é Majestoso. Ele é maravilhoso. Ele é o que Ele é. Ele é o Grande “Eu Sou” (Êx 3. 14). Não há grau de comparação com deuses que existam por aí, com ídolos que os homens inventam. Ele é o Único soberano, maravilhoso, tremendo, grande... É Excelso! Nunca se esqueça disso! Ninguém se compara a Ele. E um pastor incomparável assim não nos desampararia jamais.

Ele é “o Senhor”. Ele o é. Não foi ou será. O Senhor é. O Senhor continua a agir. O Senhor continua sentado no Seu trono de Glória. O Senhor é presente. O Senhor é “O Senhor”. Ele não foi. Ele não será. Ele é eterno. “O alfa e o ômega, o princípio e o fim” (Ap 22. 13). Não tem começo e nem fim. Existia antes de todas as coisas e existirá pela eternidade. Então, não se desespere. Ele tem o controle de todas as coisas. Ele criou todas as coisas e continuará a existir depois que tudo passar. O Senhor é.

E não obstante toda a sua grandeza, Ele é o Deus pessoal. “O Senhor é o ‘meu’ pastor”. Ele é pessoal, Ele é o Deus íntimo. Ele é o Deus que fala conosco. Ele é Deus que anda conosco. Ele é o Deus que ouve a nossa voz, nossa oração, apesar de toda a Sua grandeza.

Porque Ele é Único, Senhor, Singular, Pessoal... nós podemos ter a certeza de que “nada nos faltará”. Uma outra tradução diz: “eu não tenho falta de coisa alguma”. É isso mesmo. Eu posso não ter tudo aquilo que eu queria, mas, eu tenho tudo aquilo de que eu preciso. Nunca se esqueça de quem é o Supremo Pastor, quem é Aquele que governa a nossa história, JESUS. E que o Senhor abençoe sua vida poderosamente, em Nome de Jesus! Entregue-se como ovelha dependente aos cuidados deste Pastor maravilhoso. “Se o Senhor é o meu pastor eu não tenho falta de coisa alguma”.

Pai querido, obrigado pela graça do Senhor! Obrigado porque o Senhor nos lembra de que é único, de que o Senhor é o Senhor. É o Senhor quem manda, governa, e nós obedecemos. Obrigado porque o Senhor nos lembra de que o Senhor é "O Senhor". Não foi. Não será. É! E será para sempre. O Senhor é presente. Obrigado, porque o Senhor que é o Deus pessoal, conhece nossas lutas e as nossas necessidades. Que não fujamos do Seu pastoreio. Obrigado porque nada nos falta. Pode não haver para esbanjar. Que bom que não tem, não é? Nós não devemos esbanjar. Mas, certamente, nada nos falta. Nós temos tudo de que precisamos. Não temos falta de coisa alguma. Que nunca nos esqueçamos de quem o Senhor é. Eu oro em teu nome, Pastor amado, Jesus querido. Amém.


Juberto Oliveira da Rocha Júnior