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terça-feira, 24 de fevereiro de 2026

Se...


 

Se... 

 

“Se Deus não existisse, tudo seria permitido”. Essa frase é um comentário de Jean Paul Sartre a uma passagem do romance “Os Irmãos Karamazov” de Dostoievski, e diz respeito ao problema filosófico da relação entre moral e religião. Se Deus não existisse, nada seria permitido, pois nada existiria. Entretanto, supondo (uma suposição fantasiosa, inconcebível) que o mundo existisse e Deus não... Se isso fosse possível. E, supondo que o homem pudesse chegar as compreensões que chegou sem Deus... Algo absolutamente impossível sem a imagem de Deus em nós. Então, tudo seria permitido. 

 

O homem não desenvolveu um senso moral. Ele o recebeu de Deus. O homem não criou a religião para manter parâmetros morais. Ele busca a religião porque Deus existe e o homem precisa dEle. O homem tem gravado em si as marcas, as digitais de Deus e, por isso, busca alcançá-lo. Nem sempre o faz da maneira certa e muitos o buscam em deuses que o coração inventa. Deus colocou princípios morais no homem. Esses princípios são parte da imagem de Deus como a qual o homem foi criado. 

 

A religião sem a existência real de Deus jamais criaria uma humanidade com princípios morais. Homens tentam criar religiões num esforço particular de alcançar a Deus. Deviam se abrir para que o Senhor se achegue a eles, e assim seriam transformados. É a inversão dessa última afirmação que leva o homem a construção de religiões que, cheias de devaneios, acabam sendo merecedoras de críticas. 

 

Sartre foi um pensador. Isso não quer dizer que tenha caminhado pelas considerações corretas. Seu comentário era oposto ao que Dostoievski expressou. Dostoievski também escreveu que “Há no Homem um vazio do tamanho de Deus”. Tal vazio só pode ser preenchido por Deus: o Deus verdadeiro revelado na Bíblia Sagrada. Uma grande parcela da sociedade tenta ignorar a existência de Deus para assim se entregar a todos os prazeres, pecados e devassidão. Pensam que, se puderem fazer livremente tudo o que desejar seu coração, serão plenos e felizes. E cada vez mais se tornam mais vazios, destituídos de propósito e razão para viver. Em virtude disso, tornam-se mais depressivos, desesperados, ansiosos, escravos dos vícios, devassos, descontrolados... Caminham na direção errada. Não sem razão, quando um homem se volta para Deus, chamamos isso de conversão. Só há razão, propósito, alegria, sentido, preenchimento, esperança em Deus, na aceitação da pessoa e obra de Seu Filho Jesus. 

 

Só há princípios morais porque somos regidos por Deus, que é maior que a moral, transcende a moral, e que nos criou com senso moral. Sem Ele só haveria o caos e a nossa extinção em virtude do coração enganoso do homem. Ateísmo, existencialismo e “progressismo são a sentença de condenação do homem à morte e da sociedade à derrocada final. 

Deus existe! É o Criador e Sustentador de todo 

 o Universo! É o Governante da história e levará seu povo à eternidade gloriosa! Só Nele há esperança para hoje e para sempre! 

 

 

Juberto Oliveira da Rocha Júnio 

terça-feira, 8 de agosto de 2023

Se...

 


Se...

 

            “Se Deus não existisse, tudo seria permitido”. Essa frase é um comentário de Jean Paul Sartre a uma passagem do romance “Os Irmãos Karamazov” de Dostoievski, e diz respeito ao problema filosófico da relação entre moral e religião. Se Deus não existisse, nada seria permitido, pois nada existiria. Entretanto, supondo (uma suposição fantasiosa, inconcebível) que o mundo existisse e Deus não... Se isso fosse possível. E, supondo que o homem pudesse chegar as compreensões que chegou sem Deus... Algo absolutamente impossível sem a imagem de Deus em nós. Então, tudo seria permitido.

            O homem não desenvolveu um senso moral. Ele o recebeu de Deus. O homem não criou a religião para manter parâmetros morais. Ele busca a religião porque Deus existe e o homem precisa dEle. O homem tem gravado em si as marcas, as digitais de Deus e, por isso, busca alcançá-lo. Nem sempre o faz da maneira certa e muitos o buscam em deuses que o coração inventa. Deus colocou princípios morais no homem. Esses princípios são parte da imagem de Deus como a qual o homem foi criado.

            A religião sem a existência real de Deus jamais criaria uma humanidade com princípios morais. Homens tentam criar religiões num esforço particular de alcançar a Deus. Deviam se abrir para que o Senhor se achegue a eles, e assim seriam transformados. É a inversão dessa última afirmação que leva o homem a construção de religiões que, cheias de devaneios, acabam sendo merecedoras de críticas.

            Sartre foi um pensador. Isso não quer dizer que tenha caminhado pelas considerações corretas. Seu comentário era oposto ao que Dostoievski expressou. Dostoievski também escreveu que “Há no Homem um vazio do tamanho de Deus”. Tal vazio só pode ser preenchido por Deus: o Deus verdadeiro revelado na Bíblia Sagrada. Uma grande parcela da sociedade tenta ignorar a existência de Deus para assim se entregar a todos os prazeres, pecados e devassidão. Pensam que, se puderem fazer livremente tudo o que desejar seu coração, serão plenos e felizes. E cada vez mais se tornam mais vazios, destituídos de propósito e razão para viver. Em virtude disso, tornam-se mais depressivos, desesperados, ansiosos, escravos dos vícios, devassos, descontrolados... Caminham na direção errada. Não sem razão, quando um homem se volta para Deus, chamamos isso de conversão. Só há razão, propósito, alegria, sentido, preenchimento, esperança em Deus, na aceitação da pessoa e obra de Seu Filho Jesus.

            Só há princípios morais porque somos regidos por Deus, que é maior que a moral, transcende a moral, e que nos criou com senso moral. Sem Ele só haveria o caos e a nossa extinção em virtude do coração enganoso do homem. Ateísmo, existencialismo e “progressismo” são a sentença de condenação do homem à morte e da sociedade à derrocada final.

            Deus existe! É o Criador e Sustentador de todo o Universo! É o Governante da história e levará seu povo à eternidade gloriosa! Só Nele há esperança para hoje e para sempre!

 

 

Juberto Oliveira da Rocha Júnior é pastor da Igreja Presbiteriana Simonton – IPB – Conselheiro Pena.

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

O aborto de acordo com a legislação vigente e à luz da Palavra de Deus

Rev. Augustus Nicodemus Lopes

A legislação sobre o assunto
O artigo 128 do Código Penal brasileiro (que é de 1940) permite o aborto quando há risco de vida para a mãe, e quando a gravidez resulta de estupro. Porém, apenas sete hospitais nos pais faziam o aborto legal. Esse ano, a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), da Câmara dos Deputados, aprovou a obrigatoriedade do SUS (Sistema Único de Saúde) realizar o aborto nos termos da lei. O projeto, porém, permite ao médico (não ao hospital) recusar-se a fazer o aborto, por razões de consciência – um reconhecimento de que o assunto é polêmico e que envolve mais que procedimentos médicos e mecânicos. Por exemplo, o ministro da Saúde, Carlos Albuquerque, disse ser contrário à lei e comparou aborto a um assassinato. Além disto, médicos podem ter uma resistência natural, pela própria formação deles (obrigação de lutar pela vida). "O juiz que autoriza o aborto é co-autor do crime. Isso fere o direito à vida", disse o desembargador José Geraldo Fonseca, do Tribunal de Justiça de São Paulo, em entrevista ao jornal Estado de São Paulo (22/09/97). Segundo ele, o artigo 128 do Código Penal não autoriza o aborto nesses casos, mas apenas não prevê pena para quem o pratica. No momento, existem projetos de ampliar a lei, garantindo o aborto também no caso de malformação do feto, com pouca possibilidade de vida após o parto.
O ensino bíblico

O assunto é particularmente agudo para os cristãos comprometidos com a Palavra de Deus. É verdade que não há um preceito legal na Bíblia proibindo diretamente o aborto, como "Não abortarás". Mas a razão é clara. Era tão inconcebível que uma mulher israelita desejasse um aborto que não havia necessidade de proibi-lo explicitamente na lei de Moisés. Crianças eram consideradas como um presente ou herança de Deus (Gn 33.5; Sl 113.9; 127.3). Era Deus quem abria a madre e permitia a gravidez (Gn 29.33; 30.22; 1 Sm. 1.19-20). Não ter filhos era considerado uma maldição, já que o nome de família do marido não poderia ser perpetuado (Dt 25.6; Rt 4.5). O aborto era algo tão contrário à mentalidade israelita que bastava um mandamento genérico, "Não matarás" (Êx 20.13). Mas os tempos mudaram. A sociedade ocidental moderna vê filhos como empecilho à concretização do sonho de realização pessoal do casal, da mulher em especial, de ter uma boa posição financeira, de aproveitar a vida, de ter lazer, e de trabalhar. A Igreja, entretanto, deve guiar-se pela Palavra de Deus, e não pela ética da sociedade onde está inserida.
A humanidade do feto
Há dois pontos cruciais em torno dos quais gira as questões éticas e morais relacionadas com o aborto provocado. O primeiro é quanto à humanidade do feto. Esse ponto tem a ver com a resposta à pergunta: quando é que, no processo de concepção, gestação e nascimento, o embrião se torna um ser humano, uma pessoa, adquirindo assim o direito à vida? Muitos que são a favor do aborto argumentam que o embrião (e depois o feto), só se torna um ser humano depois de determinado período de gestação, antes do qual abortar não seria assassinato. Por exemplo, o aborto é permitido na Inglaterra até 7 meses de gestação. Outros são mais radicais. Em 1973 a Suprema Corte dos Estados Unidos passou uma lei permitindo o aborto, argumentando que uma criança não nascida não é uma pessoa no sentido pleno do termo, e, portanto, não tem direito constitucional à vida, liberdade e propriedades. Entretanto, muitos biólogos, geneticistas e médicos concordam que a vida biológica inicia-se desde a concepção. As Escrituras confirmam este conceito ensinando que Deus considera sagrada vida de crianças não nascidas. Veja, por exemplo, Êx 4.11; 21.21-25; Jó 10.8-12; Sl 139.13-16; Jr. 1.5; Mt 1.18; e Lc 1.39-44. Apesar de algumas dessas passagens terem pontos de difícil interpretação, não é difícil de ver que a Bíblia ensina que o corpo, a vida e as faculdades morais do homem se originam simultaneamente na concepção.
Os Pais da Igreja, que vieram logo após os apóstolos, reconheceram esta verdade, como aparece claramente nos escritos de Tertuliano, Jerônimo, Agostinho, Clemente de Alexandria e outros. No Império Romano pagão, o aborto era praticado livremente, mas os cristãos se posicionaram contra a prática. Em 314 o concílio de Ancira (moderna Ankara) decretou que deveriam ser excluídos da ceia do Senhor durante 10 anos todos os que procurassem provocar o aborto ou fizesse drogas para provocá-lo. Anteriormente, o sínodo de Elvira (305-306) havia excluído até a morte os que praticassem tais coisas. Assim, a evidência biológica e bíblica é que crianças não nascidas são seres humanos, são pessoas, e que matá-las é assassinato.

A santidade da vida
O segundo ponto tem a ver com a santidade da vida. Ainda que as crianças fossem reconhecidas como seres humanos, como pessoas, antes de nascer, ainda assim, suas vidas estariam ameaçadas pelo aborto. Vivemos em uma sociedade que perdeu o conceito da santidade da vida. O conceito bíblico de que o homem é uma criatura especial, feita à imagem de Deus, diferente de todas as demais formas de vida, e que possui uma alma imortal, tem sido substituído pelo conceito humanista do evolucionismo, que vê o homem simplesmente como uma espécie a mais, o Homo sapiens, sem nada que realmente o faça distinto das demais espécies. A vida humana perdeu seu valor. O direito para continuar existindo não é mais determinado pelo alto valor que se dava ao homem por ser feito à imagem de Deus, mas por fatores financeiros, sociológicos e de conveniência pessoal, geralmente, utilitarista e egoísta. Em São Paulo, por exemplo, um médico declarou "Faço aborto com o mesmo respeito com que faço uma cesárea. É um procedimento tão ético como uma cauterização". E perguntado se faria aborto em sua filha, respondeu: "Faria, se ela considerasse a gravidez inoportuna por algum motivo. Eu mesmo já fiz sete abortos de namoradas minhas que não podiam sustentar a gravidez" (A Folha de São Paulo, 29 de agosto de 1997).
Conclusão
Esses pontos devem ser encarados por todos os cristãos. Evidentemente, existem situações complexas e difíceis, como no caso da gravidez de risco e do estupro. Meu ponto é que as soluções sempre devem ser a favor da vida. C. Everett Koop, ex-cirurgião geral dos Estados Unidos, escreveu: "Nos meus 36 anos de cirurgia pediátrica, nunca vi um caso em que o aborto fosse a única saída para que a mãe sobrevivesse". Sua prática nestes casos raros era provocar o nascimento prematuro da criança e dar todas as condições para sua sobrevivência. Ao mesmo tempo, é preciso que a Igreja se compadeça e auxilie os cristãos que se vêem diante deste terrível dilema. Condenação não irá substituir orientação, apoio e acompanhamento. A dor, a revolta e o sofrimento de quem foi estuprada não se resolverá matando o ser humano concebido em seu ventre. Por outro lado, a Igreja não pode simplesmente abandonar à sua sorte as estupradas grávidas que resolvem ter a criança. É preciso apoio, acompanhamento e orientação.

Fonte: http://www.ipb.org.br/artigos/artigo_inteligente.php3?id=13

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

O TEMPO DE DEUS

O TEMPO DE DEUS
Um excelente nadador tinha o costume de correr até a água e de molhar somente o dedão do pé antes de qualquer mergulho. Algum intrigado com aquele comportamento, lhe perguntou qual a razão daquele hábito. O nadador sorriu
respondeu:
- “Há alguns anos eu era um professor de natação.
Eu os ensinava a nadar e a saltar do trampolim.
Certa noite, eu não conseguia dormir, e fui até a piscina
para nadar um pouco. Não acendi a luz, pois a lua brilhava através do teto de vidro do clube. Quando eu estava no trampolim, vi minha sombra na parede da frente.
Com os braços abertos, minha imagem formava uma magnífica cruz. Em vez de saltar, fiquei ali parado, contemplando minha imagem. Nesse momento pensei na cruz de Jesus Cristo e em seu significado. Eu não era um
cristão, mas quando criança aprendi que Jesus tinha morrido na cruz para nos salvar pelo seu precioso sangue. Naquele momento as palavras daquele ensinamento me vieram a mente e me fizeram recordar do que eu havia aprendido sobre a morte de Jesus. Não sei quanto tempo fiquei ali parado com os braços estendidos. Finalmente desci do trampolim e fui até a escada para mergulhar na água. Desci a escada e meus pés tocaram o piso duro e liso do fundo da piscina. Haviam esvaziado a piscina e eu não tinha percebido. Tremi todo, e senti um calafrio na espinha.
Se eu tivesse saltado seria meu último salto. Naquela noite
a imagem da cruz na parede salvou a minha vida. Fiquei tão agradecido a Deus, que ajoelhei na beira da piscina, confessei os meus pecados e me entreguei a Ele, consciente de que foi exatamente em uma cruz que Jesus morreu
para me salvar. Naquela noite fui salvo duas vezes e, para nunca mais me esquecer, sempre que vou até piscina molho o dedão do pé antes. Deus tem um plano na vida de cada um de nós e não adianta querermos apressar, ou retardar as coisas, pois, tudo acontecerá no seu devido tempo e esse tempo é o tempo Dele e não o nosso..”.
“Porque DEUS amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que Nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna”. (João 3:16).

domingo, 30 de agosto de 2009

6º Eu Quero É Deus Celebrando a Alegria e a Vida.

Com alegria compartilhamos as melhores notícias possíveis sobre o 6º Movimento Eu Quero É Deus. No dia 15 de agosto de 2009 Deus nos deu o presente de podermos fazer uma grande festa para honra e glória Dele. A Praça Juquinha Lima, no Morro do Pau D’Óleo ficou pequena para as sete mil pessoas (aproximadamente) que por ali passaram.

Iniciamos às 19h30min com uma linda apresentação de dança de jovens de várias Igrejas de Nova Era e ainda tivemos a participação de: Carlinhos Félix e Banda (para que você tenha uma idéia da importância desse cantor no meio evangélico basta saber que ele acaba de fexar contrato com a gravadora Som Livre); Ministério AME (Banda de BH que apresentou repertório de seu novo CD “Só a Graça”); Banda ALVO (Banda novaerense que apresentou músicas de seu CD que está quase pronto); Mensageiros de Vida (Grupo de dança da Presbiteriana); Nova Canção (Grupo infantil de coreografia da Presbiteriana); Grupo LAEL (Igreja Quadrangular) e muito mais.

A pregação da Palavra ficou por conta do Pr. Roberto (Beto) da 8ª Igreja Presbiteriana de BH. Com larga esperiencia no cuidado com jovens ele trouxe uma palavra impactante e que sencibilizou muitas vidas.

A Apresentação do evento ficou a cargo do Rev. Juberto Oliveira da Rocha Júnior (Rev. Juba).

As muitas vidas transformadas naquela noite estão sendo edificadas e cuidadas. Muitos que foram tocados no Movimento estão, aos poucos, procurando as Igrejas para serem ajudados em seus propósitos de mudar de vida, largar vícios...

Só num ponto não logramos o êxito desejado. Apesar do maior público, de todos os eventos já realizados, o número de doações caiu. Rogamos a Deu para que Ele toque nos corações das pessoas para que possam ajudar ao próximo.

O saudo do evento foi positivo e maravilhoso e já estamos nos preparando para a sétima edição em 2010.

O Eu Quero É Deus é organizado pela Igreja Presbiteriana com apóio das Igrejas evangéilicas da cidade.

Toda a prestação de contas e notícias do evento é divulgada no site: http://euqueroedeus.multiply.com/

Só a Deus Glória.

Rev. juberto Oliveira da Rocha Júnior

Pastor da Igreja Presbiteriana de Nova Era


quarta-feira, 26 de agosto de 2009

O Que Deus Requer de Nós? - Esboço de Sermão


“Tornai-vos, pois, praticantes da palavra e não somente ouvintes, enganando-vos a vós mesmos.” – Tg 1. 22

Devemos ser gratos por Deus nos haver chamado para Si, mas, isso é apenas o começo.

Antes de nossa conversão muita coisa estava errada em nossa vida e agora há muita coisa que Ele precisa mudar em nós.

Antes pensávamos em nosso “eu”, agora devemos pensar na Glória de Deus.

A primeira prioridade de um novo crente não deve ser considerações teológicas profundas, e sim, examinar as Escrituras para descobrir o que agrada a Deus e o que O desagrada.

Se você é genuinamente crente a sua preocupação será com esta ordem: “Lavai-vos, purificai-vos, tirai a maldade de vossos atos de diante dos meus olhos; cessai de fazer o mal. Aprendei a fazer o bem; atendei à justiça, repreendei ao opressor; defendei o direito do órfão, pleiteai a causa das viúvas”.(Is 1. 16 e 17).

Tem que haver uma destruição, antes de haver uma edificação. Tem de haver o esvaziamento do “eu”, antes de ocorrer o enchimento do Espírito. Você precisa deixar o amor ao “mal” antes de aprender a amar o bem: “ O amor seja sem hipocrisia. Detestai o mal, apegando-vos ao bem”. (Rm 12. 9).

O grau de envolvimento de um novo crente com a Bíblia determinará o quão abençoado ele será.

Há muitas bênçãos temporais que são perdidas pelos crentes por causa de sua conduta: “Ah! Se tivesses dado ouvidos aos meus mandamentos! Então, seria a tua paz como um rio, e a tua justiça, como as ondas do mar”. (Is 48. 18).

Muitos novos e velhos crentes estão ocupados com muitas “obras”, mas, não se ocupam da santificação e isso obstrui a benção. A ordem primária de Deus para nossas vidas é: “... desenvolvei a vossa salvação com temor e tremor;” (Fp 2. 12).

É preciso que se compreenda que a Palavra e a Doutrina de Deus não são um tônico intelectual e sim uma força transformadora de vidas.

Existe uma condição para que recebamos a benção: “e aquilo que pedimos dele recebemos, porque guardamos os seus mandamentos e fazemos diante dele o que lhe é agradável”. (1Jo 3. 22).

Rev. Juberto Oliveira da Rocha Júnior

O Que Deus Requer de Nós? - Esboço de Sermão


“Tornai-vos, pois, praticantes da palavra e não somente ouvintes, enganando-vos a vós mesmos.” – Tg 1. 22

Devemos ser gratos por Deus nos haver chamado para Si, mas, isso é apenas o começo.

Antes de nossa conversão muita coisa estava errada em nossa vida e agora há muita coisa que Ele precisa mudar em nós.

Antes pensávamos em nosso “eu”, agora devemos pensar na Glória de Deus.

A primeira prioridade de um novo crente não deve ser considerações teológicas profundas, e sim, examinar as Escrituras para descobrir o que agrada a Deus e o que O desagrada.

Se você é genuinamente crente a sua preocupação será com esta ordem: “Lavai-vos, purificai-vos, tirai a maldade de vossos atos de diante dos meus olhos; cessai de fazer o mal. Aprendei a fazer o bem; atendei à justiça, repreendei ao opressor; defendei o direito do órfão, pleiteai a causa das viúvas”.(Is 1. 16 e 17).

Tem que haver uma destruição, antes de haver uma edificação. Tem de haver o esvaziamento do “eu”, antes de ocorrer o enchimento do Espírito. Você precisa deixar o amor ao “mal” antes de aprender a amar o bem: “ O amor seja sem hipocrisia. Detestai o mal, apegando-vos ao bem”. (Rm 12. 9).

O grau de envolvimento de um novo crente com a Bíblia determinará o quão abençoado ele será.

Há muitas bênçãos temporais que são perdidas pelos crentes por causa de sua conduta: “Ah! Se tivesses dado ouvidos aos meus mandamentos! Então, seria a tua paz como um rio, e a tua justiça, como as ondas do mar”. (Is 48. 18).

Muitos novos e velhos crentes estão ocupados com muitas “obras”, mas, não se ocupam da santificação e isso obstrui a benção. A ordem primária de Deus para nossas vidas é: “... desenvolvei a vossa salvação com temor e tremor;” (Fp 2. 12).

É preciso que se compreenda que a Palavra e a Doutrina de Deus não são um tônico intelectual e sim uma força transformadora de vidas.

Existe uma condição para que recebamos a benção: “e aquilo que pedimos dele recebemos, porque guardamos os seus mandamentos e fazemos diante dele o que lhe é agradável”. (1Jo 3. 22).

Rev. Juberto Oliveira da Rocha Júnior